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MULHERES NO VOLANTE: AS ESTATÍSTICAS COMPROVAM, ELAS DIRIGEM MELHOR

27 de maio de 2021
Aquela velha (e super ultrapassada) máxima que diz que "mulher no volante é perigo constante" está cada vez mais fora de contexto. Ao contrário, os números apontam, de acordo com estudo de 2020 do Infosiga SP, que as mulheres se envolvem menos em acidentes graves de trânsito. E para encerrar o Maio Amarelo, a Nilo Auto Peças traz alguns números interessantes deste estudo.

- As mulheres representam 40% do número total de condutores paulistas.

- De janeiro a agosto de 2020, do total de acidentes, apenas 6,3% eram mulheres ao volante - o percentual é 16 vezes menor do que o número de motoristas do sexo masculino.

- Quando se trata de acidentes com vítimas, no mesmo período, o percentual é de 15,5% de mulheres no total, frente a 84,5% de homens.

- Um dado muito interessante é que na maioria dos acidentes fatais, as mulheres não conduziam o veículo: 39,4% eram passageiras e 31,9% eram pedestres.

- Outro dado bastante positivo refere-se as multas: o sexo feminino foi minoria na suspensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nos primeiros meses de 2021: do total, 26% eram mulheres.

- A faixa etária mais significativa está entre 31 e 40 anos, com com 2.459.503 condutoras.

- No transporte por aplicativo, as mulheres correspondem a 5% do total de motoristas com cadastro na base de uma das maiores empresas que fornecem este serviço. Entre os passageiros, porém, elas são 60% do público.

Independente dos números, motoristas no geral precisam ter em mente que a receita para um trânsito seguro é a combinação do respeito à vida, um comportamento mais gentil e paciente no trânsito e a confiança na medida certa.

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