Um pouco antes do nascimento dos automóveis o meio de transporte mais utilizado eram as carruagens. Mas junto com a praticidade de ir e vir, existiam também acidentes com pedestres e animais, o que levou a presença de alguém à frente do veículo a agitar uma bandeira vermelha como um sinal de alerta.
Foi com a queda desta regra que o empresário americano Claud H. Foster inspirou-se no seu trompete para criar um aparelho sonoro com múltiplos sons a que chamou “trompa de Gabriel”, em 1900. O sucesso foi imenso, e a novidade era instalada no exterior dos automóveis e tocada pondo a mão do lado de fora.
Só em 1914 esse dispositivo foi substituído por uma buzina elétrica, ativada por botão de dentro do carro, que foi patenteada pela Bosch.
A revolução aconteceu na década de 1920, com um lançamento da Klaxon no mundo todo (inclusive no Brasil) que tinha um som potente, mas menos desagradável aos ouvidos.
Hoje a buzina é indispensável e um item de segurança importante, bastando utiliza-la corretamente. É necessário ficar atento, no entanto, com as recomendações do Código de Trânsito. Veja só:
Art. 41.
O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:
I – para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;
II – fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.
Então, nada de abusar do "bi bi, fom fom" no trânsito, hein? Use a buzina como aliada para você, os outros motoristas e pedestres.